Instantâneos Catarinenses II
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“Quem conhece Florianopolis sabe: a cidade não tem taxi. Ou melhor, pra se pegar um taxi você tem que saber onde é o ponto ou chamá-lo pelo telefone. Se estiver caminhando despreocupadamente e resolver pegar um táxi, isso pode se tornar uma aventura, ou uma desventura. Estavamos caminhando pela [avenida] Beira-Mar após o almoço. Eu e o Roberto Moreira, meu xará, precisávamos ir para a Universidade, onde aconteceria a oficina sobre Filmes e Vídeos Experimentais. Cem, 300 800 metros e nada de Taxi. Cinco, oito, 12 minutos de caminhada e… nada de táxi. O sol sobre nossas cabeças e a referência que tinhámos era que ‘logo alí na frente no shopping tinha um ponto’. Enquanto isso, nada de táxi. Até que fomos salvos por uma esquina mais movimentada e 10 minutos depois estávamos no campus da UFSC”.
[Roberto Moreira S. Cruz]